quarta-feira, 20 de junho de 2018

Clean Break Tour Diary - Dia 4 (Katowice)

Dia 4 (09/06/2018) - Katowice


Pela primeira vez íamos tocar em Katowice, na Polónia. Anteriormente já todos tínhamos estado na Polónia com alguma banda numa tour anterior, mas nunca nesta zona. Lembro que da primeira vez que lá fomos quase não haviam autoestradas sequer. Desta vez a autoestrada que apanhámos tinha um piso péssimo. Parecia que estava cheia de solavancos e não dava para ir a mais de 80kmh.


Apanhámos também uma chuvada forte, que dava para ver ao longe que estava a chegar, tal era a cortina de chuva e as nuvens super cinzentas.

Dar com a venue provou-se ser mais complicado que o normal. Desde que as tours se fazem com GPS que não sentíamos tanta dificuldade. Mas chegando ao sitio verificámos que era uma casa transformada em bar/clube de Metal, a julgar pelos vários cartazes com aqueles logos que têm de ter o nome em baixo para se conseguir saber o que lá dizia. A sala era pequena e prometia ser um bom concerto.

Aos poucos a sala começou a encher. Pareceu-me ser um ponto de encontro do pessoal mais alternativo daquela zona. Putos do Hardcore, Metaleiros e Punks. Quem não quisesse estar lá dentro ficava cá fora no quintal sentado a beber copos e a conversar. Good vibes!

Tocámos com duas bandas da Polónia e com os Touch de Budapeste. Mas que banda super tight! Tocaram tudo na batata. Muito bom. Fossem de outro país e eram gigantes! O guitarrista foi quem organizou o nosso concerto em Budapeste na tour anterior e foi fixe encontrá-lo novamente.

Depois do concerto fomos dormir a casa do promotor, o Bodzio que é um amor de pessoa, sempre super prestável. Contou-nos histórias sobre aquela zona, que está rodeada de minas de carvão e que toda a família dele trabalhou lá, inclusive ele. Falou-nos das dificuldades que as pessoas daquela zona passam, mas sempre com um sorriso. O mais chocante é que pensávamos que ele já tinha uns 30 e afinal tinha apenas 22. Disse-nos que o trabalho na mina é super pesado e que envelhece qualquer um. Respect!

Infelizmente não conseguimos visitar muito da cidade, mas a experiência foi brutal. É ter a oportunidade de visitar estas zonas e de conhecer este pessoal que faz o ir em tour ainda mais especial.



 
Fotografias cortesia de Kulaphoto.pl


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #40



Agora que a tour de Clean Break chegou ao fim (e ainda tenho que publicar o resto do tour diary), para compensar a semana passada que não houve actualização da playlist, esta semana há dose dupla. Vamos a isso!

Madball - Rev Up - Com o disco novo de Madball quase a rebentar aqui está mais uma malha nova. Isto é daquelas bandas que dá para adivinhar de olhos fechados e ao longo da carreira é engraçado como foram acrescentando algumas coisas ao som. Neste caso sendo produzido pelo Tim Timebomb (Rancid), nota-se uns toques melódicos mais presentes, especialmente na voz.

Adolescents - Queen Of Denial - De certeza que todos vocês conhecem o disco clássico de Adolescents com a capa azul e que até já hão de ter ouvido a Amoebaaaaaa, amoebaaaaaa… Esta nova versão dos Adolescents que até tem tido edições frequentes desde 2011. É um Punk Rock um pouco menos crú que nos primórdios, mas têm sempre algumas malhas boas para o sing along.

Jesus Piece - Curse Of The Serpent - Os Jesus Piece vão editar um disco pela Southern Lord lá para 24.08, mas já estão prontos para mostrar uma malha nova ao mundo. Hardcore metálico e musculado. A lembrar talvez um pouco Code Orange, mas sem as macacadas eletrónicas. Boa malha para o pessoal mais bipolar que num momento curte cenas melódicas e fofinhas e depois esta bruteza. Não devo ser o único pois não?!

The Interrupters - Title Holder - É impossível não ouvir esta música sem ficar com um sorriso na cara e começar a dançar. Se isto não vos acontece tenho pena, mas há algo de errado convosco.

Worriers - No More Bad News - Gosto muito de Worriers. Infelizmente não tive tempo para investigar muito sobre esta música. Mas é fofinha, perfeita para quando tiverem a conduzir de janela aberta a ir para casa depois do trabalho/escola/praia.

The Mighty Mighty Bosstones - The Constant - Mais uma música dos Bosstones. Esta tem mais um feeling de música final de uma comédia romântica, assim com o shot do carro a seguir na estrada ao por do sol... Ou então sou eu que não estou fixe.

Modern Life Is War - Feels Like End Times - Olha quem estão de volta. MLIW do nada lançam um novo single, bem ao seu estilo e anunciam que vão editar vários 7"s na Deathwish até ao final do ano. Parece-me bem.

The Get Up Kids - I'm Sorry - Há uns dias ouvi um episódio do Washed Up Emo Podcast com o Matt Pryor e fiquei ainda com mais vontade de ouvir este EP. Quem diria que em 2018 ia estar a ouvir um EP novo de uma das minhas bandas emo preferidas do final dos 90's.

Angel Du$t - Upside Down - A banda que mais gostei de ver na pequena tour de Clean Break. Toca a dançar.  

Real Friends - From The Outside - Os Real Friends estão um pouco a seguir a tendência e editaram um single. Já o segundo nos últimos meses, mas não para promover um disco novo. Desta feita este single é para promover a participação na Warped Tour, que penso que vai ser a última de sempre. Pop Punk bem fofinho. Acho que o vou ser alvo de um processo disciplinar por parte da gerência muito em breve… 

Pet Symmetry - Pet Sematary - Gosto muito dos Ramones. Este cover dos Ramones está bué fixe. É só.

The Dirty Nil - Bathed In Light - Os canadianos The Dirty Nil têm um disco novo na calha para sair apenas a 14 de Setembro pela Dine Alone Records. Parece-me um bocado mais soft e polido que as cenas que ouvi deles anteriormente e ao vivo o trio é bastante competente. É uma banda que luta pela manutenção no campeonato dos Flatliners e dos Menzingers.

E já chega que duvido que muitos de vós tenham aguentado a leitura até aqui. Até para a semana!

Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Clean Break Tour Diary - Dia 3 (Berlim)

Dia 3 (08/06/2018) - Berlim



A razão principal para esta pequena tour acontecer foi o convite que o Robert Refuse nos fez para irmos tocar o festival de comemoração dos 25 anos da editora. É inegável a influência que a Refuse teve no Hardcore europeu no geral e em particular editando várias bandas tugas, algumas delas que poucos concertos deram.

Chegámos cedo e fomos fazer a visita da praxe à Core Tex. Algumas diferenças desde a última vez que cá estive. Mais discos de vinil, poucos cds e MUITAS t-shirts. É quase uma loja de roupa do Hardcore. O único a ceder à tentação foi o Ludgero que ficou feliz e contente com o seu achado.



Fomos cedo para a Cassiopeia, a venue onde já tínhamos tocado há mil anos com Pointing Finger. Confesso que apenas me lembro dessa altura da fachada cá fora e de termos ido comer um falafel brutal cá fora, em frente, mas isso pode ter sido influenciado pela fome na altura. Todo o complexo é uma espécie de squat, mas com bom aspeto. Quer dizer, há partes mais xungas, mas também há zonas bonitinhas assim mais hipster e parecia que estavam a acontecer várias cenas ao mesmo tempo.

Descarregámos o pouco material e conseguimos por um pouco a conversa em dia com o Robertinho enquanto as bandas foram chegando a conta gotas. Uma das cenas brutais deste festival para além das bandas boas é o de veres várias caras conhecidas. Uma espécie de high school reunion do Hardcore. Estivemos com pessoal que marcou shows para Pointing Finger há mil anos de todos os cantos da Europa, pessoal de bandas… muito fixe. O nosso set correu bem e sobrevivemos à sauna que o calor era imenso. Depois disso ainda vi um pouco de Modern Love (pessoal de Damage Control/Subject To Change) e Angel Du$t que curti bastante, mesmo com os desafinanços na voz.

 
No final acabámos por ir ao Zeus com o Major comer uma pizza vegan deliciosa para repor energias para o resto da tour. E claro o Major teve de levar connosco mais uma noite. Obrigado puto!

sábado, 9 de junho de 2018

Clean Break Tour Diary - Dia 2 (Hamburgo)

Dia 2 (07/06/2018) - Hamburgo


Depois de mais uma longa viagem fomos ter a casa do Stefan (Esteves), o organizador o Booze Cruise Fest, o festival perfeito para nós. Nós já conhecemos o Stefan há uns 14 anos. Ele foi nosso condutor pelo menos em uma das milhentas tours de Pointing Finger. Há uma história boa com ele, mas isso fica para um podcast. O que é certo é que desta vez se redimiu e fomos super bem tratados.

Em casa dele tomámos banho e descansámos um pouco e havia até uma mesa cheia de comida. Parecia os shows de Pointing Finger em que íamos dormir a casa do promotor que ainda morava com os pais e no dia seguinte quando acordavamos havia uma mesa cheia de comida para o pequeno almoço. Belos tempos!




Depois de descansar e do banho fomos ter à venue, mas sendo que ainda era meio da tarde fomos dar uma volta com o objetivo de ir espreitar o estádio do St. Pauli. Não contávamos era que estivesse um calor brutal. Mais de 30 graus na Alemanha e em Faro metade. Este tempo está louco!

À vinda passamos num spot para comer um burrito vegan que nos tinha sido recomendado. Burrito carregado de jalapenos para suarmos ainda mais um pouco e Fritz cola.



A sala do show era bué fixe. Assim tipo bar para caberem umas 100/120 pessoas.

Boas bandas de Punk Rock e nós a única banda de Hardcore. Não foi o concerto mais energético do mundo, mas conseguimos chegar ao fim sem nenhum de nós falecer o que pensando bem é uma vitória tendo em conta que estava bué calor.



O highlight da noite foi termos conseguido estar um tempinho com o Max, baterista de Hoods Up, que era um lingrinhas e agora está um armário e é segurança na night, quem diria. Ah e fun fact, quando lhe perguntei se ainda era Straight Edge ele respondeu "of course, the last one left". E o gajo era o baterista hahaha sabem como isso é raro no hardcore?

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Clean Break Tour Diary - Dia 1 (Karlsruhe)

Dia 1 (06/06/2018) - Karlsruhe



Depois da banhoca o primeiro pit stop antes de sair de Berlin foi o Lidl. Se nas primeiras tours que fizemos gastámos rios de dinheiro nas estações de serviço em batatas fritas e vanilla Coke, hoje em dia com um budget de 10€ orientámos fruta, pão, húmus e águas para fingir que até somos saudáveis. Depois de nos despedirmos com um até já ao Major seguimos viagem.

Se há coisa que não muda desde que fazemos tours com as várias bandas que fomos tendo ao longo dos anos é que Alemanha = trânsito e obras!! Parecia que de 50 em 50 km ficávamos parados na autoestrada ensanduichados entre camiões TIR.


Depois de uma viagem interminável lá chegámos. A venue era uma espécie de youth center/squat um bocado como a nossa ARCM em Faro. Sala de shows, salas de ensaios... Bem fixe. Pelo que o pessoal me falou a cena lá não é grande, mas é sempre bom haver pessoal a arriscar assim e a tentar fazer as cenas acontecer. Não apareceu muita gente mas também era uma quarta-feira. Primeiro tocaram o Fuck It, I Quit de New Jersey.

A banda é relativamente nova e o vocalista Tim era dos Ensign, banda dos late 90s que lançou alguns discos bons pela Indecision Records. Esta banda nova é mais punk com partes ultra rápidas e sujas, baixo gravalhão e cheio de distorção. Tocaram o dobro das nossas malhas, mas o set acabou por ter a mesma duração.

O nosso set acabou por ser um ensaio geral. Poucas foram as oportunidades que tivemos de ensaiar. Mas no global penso que foi positivo.

Viemos a descobrir que o gajo do som teve uma banda chamada My Own Lies e que tocou em pt com What Happens Next e obviamente se lembrava de Pointing Finger. Ele estava todo contente no final a dizer que tinha gravado o concerto todo com o som directo da mesa, mas penso que nenhum de nós tem coragem de ir ouvir tantos pregos e cavilhas eheheh! Há coisas que devem permanecer no momento e o nosso set neste show é uma delas.

Amanhã vamos tocar no Booze cruise fest em Hamburgo. Boraaaa!!

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Clean Break Tour Diary - Dia 0 (Berlim)

Dia 0 (05/06/2018) - Faro/Berlim



Dia 0, viagem para Berlim. Combinámos em casa do Diogo para ver se orientávamos bem os sacos com o material para levar. O pessoal foi chegando a conta gotas, para variar. Depois do puzzle de malas feito no momento em que estávamos prestes a sair, o Valter lembra-se confirmar se tinha o Cartão de Cidadão com ele e.... nada...

Toca a ir a casa enquanto o resto vai andando para o aeroporto. Obviamente que no fundo todos nós pensámos que este era o plano para o Valter não ir em tour, mas quando já estávamos a ver se o Boto ou o Diogo tocavam baixo... Lá apareceu o CC.


Check in super tranquilo (speedy boarding, free). Sou o único da banda que não trabalha no aeroporto. Já serviram de alguma coisa estes connects.

Lá chegámos a Berlim e depois de alguma luta conseguimos encontrar o stand da Hertz para ir buscar o carro. Conseguimos que tudo o que trouxemos coubesse na bagageira e seguimos para ir ter com o Major apenas com um objetivo em mente...Pizza no Zeus!!!

O Major orientou um daqueles Smarts que estão na rua e que dá para destrancar com uma app no telefone e seguiu ele mais o Ludgero, conseguindo passar todos os amarelos deixando-nos para trás eheheh!!


A melhor pizza Vegan do Mundo e um club mate cola e temos todos sorrisos rasgados e olhinhos do chinês. Tirando a meia hora para encontrar sítio para estacionar foi bem tranquilo.

Obrigado Major. Até daqui a uns dias. Amanhã vamos para Karlsruhe tocar com Fuck It I Quit, no show mais punk desta tour. Boraaaaa!

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #39




Após uma semana com menos Hardcore, penso que desta vez não se podem queixar muito. Novidades de For Pete's Sake, Remission e Integrity não chega?! Informo também que na próxima semana não irá haver actualização semanal. Os Clean Break vão em tour e irei estar algures pela Alemanha com os mesmos de sempre. Já agora aproveito para deixar aqui o cartaz da tour só naquela… 
For Pete's Sake - North Atlantic - Para os mais distraídos os FPS são a continuação dos Sportswear, uma das melhores bandas da Escandinávia do final dos anos 90 que tinham uma paixão imensa por Bold. A banda acabou abruptamente em 1999, no entanto em 2011 os membros voltaram a juntar-se e decidiram continuar a banda, mas desta feita com um novo nome, sendo que continuaram a tocar algumas músicas da era original de Sportswear, incluindo malhas do único LP que saiu na Supersoul, editora do Ray Cappo (Youth of Today/Shelter) e que foi gravado pelo Don Fury em NYC, mas só foi editado depois da banda ter acabado. Passando à frente, infelizmente há uns anos o vocalista Peter Amdam suicidou-se deixando toda a comunidade em choque. Sabemos agora que a banda decidiu continuar e este é o primeiro EP que irá sair como anteriormente pela REACT! Desta vez é o Espen (que também cantou em Damage Control) e o Arne que assumem as vozes o que dá um toque diferente às malhas. Se o Espen é mais melódico, o Arne mais agressivo e directo a fazer lembrar mais o Peter. Musicalmente tem aqui um cheirinho a Cro-Mags e a Bold como sempre. Quanto mais ouço, mais gosto. 

The Menzingers - Toy Soldier - Devo confessar que esta é uma adição de última hora. Originalmente não era esta a música/banda escolhida, mas assim que foi divulgada teve de ser incluída. A música que saiu era de uma banda que já tinha tido uma entrada na playlist então a decisão foi fácil. Heis que os Menzingers estão de volta com uma malha à Menzingers. Esta é daquelas que se te mostrassem para ouvir para tentar adivinhar o que era dava para chegar lá facilmente. Mais uma música gravada com o enorme Will Yip. Resta apenas saber se são restos da sessão do "After The Party", se é uma música solta ou um single de um novo disco. Tantas dúvidas ahhhh!!! Até lá só me resta disfrutar desta malha mesmo a tempo do verão.

Remission - Transitional - Muito provavelmente a banda Chilena de Hardcore com maior expressão internacional, às custas de alguns discos editados pela React. A banda está de volta e quem gosta de bandas de DC com aquele som à Dischord tipo Dag Nasty e afins vão papar isto muito bem.

The Brokedowns - The Fort - A Red Scare podemos dizer que é uma editora formadora de bandas, tipo aqueles clubes que formam jogadores para depois vender. Muitas bandas dão os primeiros passos na Red Scare e depois dão o salto para cenas maiores. Algo me diz que o mesmo pode acontecer com os Brokedowns. Tocam aquele Punk Rock mais rockeiro que Punk que encaixa bem com Menzingers, Flatliners ou Hot Water Music. Gosto.

Integrity - Scorched Earth - Os Integrity estão on fire. Ainda o disco anterior não arrefeceu e pimba, toma lá um split novo com os Kreig! a sair pela Relapse em Agosto. A malha é incisiva e abrasadora e vem ajudar a equilibrar um pouco melhor a balança da playlist que ultimamente tem andado mais a pender para o melódico.

The Sidekicks - Don't Feel Like Dancing - Uma editora independente/alternativa como a Epitaph tem de arranjar maneiras de se conseguir manter no activo. A internet mudou por completo os moldes da industria musical, primeiro com os downloads e agora com o streaming. Se inicialmente com os downloads piratas foi um arrombo considerável, a coisa lá equilibrou um pouco com os downloads oficiais e agora o streaming também veio revolucionar um pouco as coisas. Mas isso é assunto para outro texto. Onde é que eu ia?! Ah a Epitaph começou por ser a principal editora do Punk Rock no pico de popularidade nos anos 90, depois quando o estilo perdeu fulgor e popularidade teve que se reinventar um pouco. Se pelo meio teve várias escolhas bastante discutíveis (sim, estou a falar de Falling In Reverse), nos últimos tempos parece que encontraram um nicho de bandas da cena emo/indie/punk como os Sidekicks, Pianos Become The Teeth, Culture Abuse ou mesmo os Menzingers. E ainda bem, mil vezes estas bandas todas que os FIR. É música fofinha para vos deixar com um sorriso na cara, isto se não tiverem já uma pedra ou um bloco de gelo no lugar do coração. Vamos em tour caralho!!! Boraaa!!!

Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #38




Se há semanas que dou em maluco para encontrar 6 músicas para adicionar à playlist, depois há semanas como esta em que, ando o tempo todo a partir a cabeça para escolher só 6. Depois admiro-me dos cabelos brancos e da tensão alta…

Campfire - Polar Jacket - Não é todos os dias que surgem bandas novas cá na tuga e logo com um lançamento. Os Campfire são compostos por pessoal que já tocou e toca noutras bandas e começou com um projecto paralelo que foi ganhando forma. A gravação é caseira, mas dá para ter uma ideia do potencial da banda. As malhas são boas e isso nota-se à distância, quer a gravação seja bonitinha ou mais podre. Pessoalmente até acho mais piada a notar uma evolução numa banda do que algo aparecer logo bonitinho, polidinho e fofinho. Se continuarem com esta ética de trabalho e conseguirem investir numa gravação mais profissional vão dar um salto gigante. Até lá temos 6 malhas emo (daquele mais new school da Run For Cover), sendo que esta é a minha preferida. Têm vídeo e tudo.

Culture Abuse - Bee Kind To The Bugs - O disco novo dos Culture Abuse sai no dia 15.07. Mal posso esperar. Estou a curtir bué estas músicas que têm saído. Esta é provavelmente a musica mais posi desta semana, ora vejamos: "Be conscious of others / Be careful with drugs / Be kind to yourself / Even though it gets hard / Don’t let the distractions / Stack up to the stars". E a guitarra logo no inicio é hipnotizante. É isso!

Birds In Row - 15-38 - Ora aqui está mais uma banda para a infindável lista de bandas que conheço perfeitamente de nome, mas que devo ter ouvido um par de vezes. Acho que o nome fez-me tirar a vontade toda de ouvir a banda. Mas pronto, se calhar tenho que tirar essa burrice da cabeça, porque são uma das principais bandas Europeias na cena Post-Hardcore ou whatever lhe queiram chamar. Discos na Deathwish e tours com Neurosis e Converge não é para qualquer um. O disco novo sai só a 13.07, mas acho que é desta que lhes vou dar uma oportunidade.

Big Bite - Snake Eyes - Normalmente quando a Pop Wig (dos miúdos de Turnstile / TUI) está a magicar qualquer coisa toda a crew deles partilha algo sobre a banda/lançamento/show e isso é bué fixe a meu ver. Nunca tinha ouvido Big Bite e gostei do que ouvi (o Tiago é que tenho sérias dúvidas). Uma banda de Seattle a tocar aquele post-grunge, post-punk, post-qualquer coisa. A guitarra tem efeitos, o que ganha logo à partida pontos comigo neste momento. A voz é que não me convenceu logo à primeira. É aquele cantado que facilmente soa ligeiramente desafinado e não tem muita pujança. Se calhar o vocalista não está ainda 100% confiante, não sei. Se em gravação é assim, ao vivo tenho medo de pensar. Mas esta é uma coluna positiva, por isso, toca a ouvir o disco que acabou de sair no passado dia 18.05 pela Pop Wig.

The Mighty Mighty Bosstones - Wonderful Day For The Race - Mais uma malha para sustentar a minha teoria que os 90's estão na moda. Até o Ska está a ter um revival! Se isso é mau… para mim não é (Calma Tiago, eu prometo que para a semana meto aqui Hardcore a sério). Os TMMB já não editavam nada desde 2011 (segundo a internet) e editam o disco novo a 15.06. Esta é daquelas bandas que consegues adivinhar sempre (ou quase sempre) que banda é só ouvindo. É certo que a voz do Dickey Barrett está mais suave e menos abrasiva como é clássico na carreira da banda. Não sei se será apenas nesta malha ou se deixou de beber um shot de pregos ferrugentos ao pequeno almoço. De resto, é TMMB clássico onde misturam um refrão rockeiro com partes Ska. Quem gostava vai achar piada. Outros possivelmente não. Eu gosto.

Can't Swim - Even In Death - O disco que esta banda lançou no ano passado foi dos que mais gostei de 2017. A banda de NJ edita agora um b-side da mesma sessão de gravação que acabou por não entrar no disco. Talvez por não ter ficado acabada a tempo, não sei. O que é certo é que está novamente na moda editar singles, e este é bem bom. Até para a semana!

Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #37


Esta semana não ocorre nada brilhante para a introdução, por isso boraaaaaa...

Vein - Virus://Vibrance - É seguro dizer que os Code Orange são o nome mais sonante desta nova onda de Hardcore que tão depressa pisca o olho ao metal, como faz um ligeiro flirt com o nu-metal e cenas mais industriais. Eu culpo este "revival" dos 90's. Descobri os Vein porque as redes sociais de Code Orange partilharam algo sobre esta música nova e funcionou comigo. À primeira audição o ouvinte é logo atingido por guitarras caóticas e dissonantes e batidas de bateria mais fora do normal. O riff principal tem a sua dose ligeira de nu-metal (parece-me a mim que nunca consumi esse tipo de som), mas não o suficiente para tornarem isto azeiteiro. Pelo menos passam o meu controlo de qualidade. Esta banda parece-me feita de pessoal que herdou a coleção de CDs do irmão mais velho que ouvia Hardcore mas também um pouco de cenas mais mainstream populares na década de 90. Esta vem com vídeo e tudo.



Glitterer - Glimpse - Os Title Fight já editaram o "Hyperview" em 2015. Desde então a banda fez algumas tours de suporte do disco e depois disso entrou num merecido hiatos. Estes miúdos já tem a banda desde que tinham prai 14 anos. Acho que estava na altura de procurar fazer coisas novas. Neste caso o Ned (baixo e voz) foi para a Universidade e entretanto editou umas músicas que gravou sozinho, cujo lançamento de estreia no ano passado me passou um bocado ao lado (mas sei de fonte segura que o Rafa é fã). É um projecto meio eletrónico e tal, mas nota-se que com outra roupagem algumas das malhas podiam ser de Title Fight. Para ouvir, nem que seja por curiosidade. Se não gostarem, as músicas também são curtas, não perdem assim tanto tempo.

Year Of The Knife - First State Aggression - Afinal ainda há bandas Straight Edge em 2018. E como tenho vindo a escrever, estamos numa fase em que os 90's estão a ter um revival (consciente ou inconscientemente). Olhando para trás tenho que confessar que na altura preferia mais as cenas feitas nos 80's, mas nos últimos anos tenho vindo a descobrir e a apreciar mais bandas que há 15 anos nem lhes dava grande hipótese. Estes YOTK são uma banda perfeita para ir em tour com os Code Orange. São agressivos os suficiente, com aquele andamento mais pausado e pastelão e um vocalista que aposto que cospe sangue a meio do set ao vivo. Não será a cena preferida para os mais fãs de Hardcore mais Old School, mas são uma banda a ter em conta, a meu ver.

NOFX - Just The Flu - Já perdi a conta da quantidade de discos ao vivo que os NOFX já editaram. Este tem a particularidade de ser a versão ao vivo do clássico "Ribbed". A julgar por esta malha, as linhas de voz variam um bocado (o Fat Mike já não chega bem aos agudos e já devem ter tocado estas músicas umas boas centenas de vezes desde que o disco saiu em 91) e têm sempre aquela urgência e speed de uma versão ao vivo. Espero que a versão final não tenha muitos pregos. Mais um disco para a coleção.

Comeback Kid - Beds Are Burning - Os Comeback Kid têm estado bastante ocupados nos últimos tempos, disco novo, tours (que até passaram cá na tuga como é costume) e agora editam um cover dos Midnight Oil, banda clássica Australiana, mesmo a tempo para a tour "down under". Deram a este clássico um pouco de CBK flavour e de certeza que vão dar por vocês a cantar a malha mesmo sem darem conta. Promete ser um sucesso em termos de sing along, pelo menos nesta tour.

Johnny Marr - Hi Hello - Se o Morrissey tem estado mais em baixo de forma em termos de edições discográficas, o Johnny Marr tem estado em crescendo. No entanto nota-se que o forte dele são as guitarras e não a voz. O mesmo se pode dizer do Moz que continua forte nas vozes/letras, mas infelizmente as malhas têm ficado um pouco aquém. Agora imaginem que voltavam a ficar buddies outra vez e faziam música juntos. É que não tenho dúvidas que esta malha cantada pelo Morrissey ficaria mil vezes melhor. Perdoa-me Ludgero. Até para a semana.


Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão.
 

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #36




Aparentemente a balança das escolhas desta semana pode pender mais para o lado melódico, mas temos aqui Madball e o Harley para equilibrar as coisas. Vamos a isso...

Madball - Old Fashioned - Os Madball vão editar mais um disco dia 15.06 (Nuclear Blast). Sinceramente já perdi a conta de quantos discos eles já têm e duvido que haja muita gente por aí capaz de responder acertadamente se isto fosse uma pergunta do "Hardcore Persuit". Este disco novo tem a particularidade de ter sido produzido pelo Tim Timebomb (Rancid) e as guitarras foram gravadas pelo Matt Henderson (Guitarrista original e clássico), que já tá velho demais para ir em tour, mas que para ir para estúdio ainda faz um jeitinho. A julgar por esta malha, vai ser um disco com mais groove. Só resta esperar mais um mesito.   

Jimmy Eat World - Love Never - É seguro dizer que o "Bleed American" é o melhor disco de JEW. Ok, o "Clarity" também é bué bom e se calhar nalguns dias fica esse em primeiro, mas posso afirmar que foi o pico da carreira da banda. Uma banda que como poucas conseguiu manter uma carreira sólida com base na cena emo/indie de final dos 90's e que quando deu o salto para uma major conseguiu como que por magia (ou por continuar a escrever bons discos), manter a sua base de fãs fiel à banda. Esta música nova é um single (lá está, os singles estão de volta) que captura um pouco aquela vibe do "Bleed American" e do disco seguinte, "Futures". Boa malha!

Harley Flanagan - Life Has No Mercy - Aqui está uma malha para ganhar pontos com a gerência e manter esta coluna viva durante mais umas semanas. O Harley é e sempre será uma grande personagem, mas este EP novo é uma atitude de louvar. Como é sabido o Dr. Know (Guitarrista) de Bad Brains teve uns problemas de saúde em 2015 e teve que ficar internado. O Harley por sua vez gravou este EP onde todas as receitas vão para ajudar o Dr. Know a pagar as contas hospitalares. A malha começa logo com o baixo a rasgar com aquele galopar característico e inimitável do seu criador. A gravação é algo suja, mas isso não prejudica nada a malha. Dá que pensar que se não fossem os estrilhos todos internos de Cro-Mags, seriam sem dúvida nenhuma ainda maiores e mais influentes. Assim só nos resta continuar a acompanhar a novela do Harley vs faux-mags do JJ.

The Interrupters - She's Kerosene - Já todos sabemos que esta coisa das modas tem os seus ciclos, a julgar por muito do que tem surgido por aí os 90's estão definitivamente na moda. Desde as bandas de Nu-Metal, às bandas de Punk Rock e claro está, o Ska Punk também teve o seu pico de popularidade nos 90's. Acho que já tinha aqui colocado uma malha de Interrupters e esta malha nova entra logo no ouvido. O disco novo saí a 29 de Junho. Mesmo a tempo para o verão! 

Tiger Army - Dark Paradise - Os TA eram aquela banda de Punk Rock com influências do Rockabilly que gozou de maior popularidade nos 90's. Nunca prestei assim muita atenção, mas lembro-me que tinham um contrabaixo o que lhe dava um flavour diferente. Tirando isso, apenas voltei a ouvir falar da banda quando o Rafa foi tour manager deles na tour da américa do sul, mas isso ficará para um episódio do Salad Days Podcast. Já agora querem um cover da Lana Del Rey à moda dos TA? Aqui vai! 

Elway - Eating Crow - A cena Punk/Indie tem uma mão cheia de bandas que aprecio bastante. Especialmente aquelas que beberam muito de Hot Water Music e Jawbreaker. E nesta cena temos várias divisões. Se os Gaslight Anthem e os Menzingers estão sempre na liga dos campeões, tens os Flatliners que são presença assídua na liga Europa. Depois tens um par de bandas que luta por mais reconhecimento como os Elway, Nothington, Red City Radio e por aí. Gosto disto, embora confesse que acabo por ouvir muito mais as primeiras bandas que estas últimas. Mas estou com pica para este disco. Esta semana é isso.

Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão. 

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #35


Após uma semana de descanso, aqui está a mais recente actualização da vossa playlist preferida.

Touché Amoré - Green - Parece que não mas o último disco de TA já é de 2016. Entretanto e numa pausa entre tours a banda decidiu gravar esta música nova. Parece-me que vai começar a acontecer mais de futuro, com a popularidade das plataformas de Streaming as bandas lançarem músicas soltas que por sua vez entram em playlists e aparecem nas sugestões. Mas isso é uma questão para outra crónica. Em relação a esta malha é TA clássico. Tem as guitarras melódicas limpas e a voz do Jeremy igual a si própria. Que já gosta da banda vai gostar, quem não conhece é um bom ponto de partida.

Satanic Surfers - Madhouse - Para mim é um dos regressos mais antecipados. No final dos 90's, ouvi muito Satanic Surfers, especialmente até ao "Going Nowhere Fast", daí para a frente deixei de prestar grande atenção. Das poucas vezes que já ouvi o disco novo parece-me que lhe faltam malhas memoráveis. As músicas não são más, mas também não me agarraram logo à primeira. Tenho que lhe dar mais algum tempo e depois logo vos digo se mudei de opinião ou não. Há discos assim. 

Blacklisted - Slow Moments - Os Blacklisted gravaram no inicio do ano duas malhas com o Will Yip e este é o resultado. Como diz o nome da música temos aqui um riff arrastado durante os 3 minutos e meio da música. A voz com aquele berro entoado à Blacklisted continua aqui. Gosto!

Dead To Me - Would It Kill You - Os Dead To Me apresentam aqui o primeiro single do novo disco. Para mim são das bandas mais interessantes da Fat Wreck Chords dos últimos anos, embora esta malha nova fuja um pouco daquilo que normalmente fizeram até aqui. Esta é mais soft, mais bonitinha do que é hábito. Veremos se o disco novo segue esta nova vibe ou não, mas é um lançamento que tenho bastante curiosidade em ouvir.

Abuse Of Power - View Of The Few - "Não gosto nada destas malhas novas", "estragaram a banda", "só gosto da primeira demo"... é só escolher. Para mim o EP do ano passado foi dos melhores discos de HC de 2017 para mim. Gosto desta nova vibe da banda também, mas eu também sou um bocado do contra.

Mad Caddies - She - Parece que o Fat Mike decidiu fazer versões raggae de "clássicos" do Punk e recrutou os Mad Caddies para fazer ganhar vida a este projecto. A primeira música partilhada é dos Green Day, do Dookie. Obviamente que ainda sei a letra de cor e esta versão é perfeita para ouvir no verão a apanhar sol na tromba a caminho da praia. Até para a semana!

Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão.


sexta-feira, 20 de abril de 2018

Nós Contra Eles no Spotify #34




E depois de 34 semanas seguidas de actualizações sem pausas, informo que a playlist vai de férias durante uma semana. Ou seja, à partida a próxima actualização irá ser dia 4 de Maio. Espero que consigam sobreviver. Mas, antes das merecidas férias vamos ao que interessa... 

War On Women - Lone Wolves - A banda War On Women são uma aposta sólida da Bridge Nine para 2018. Tocam um Punk / Hardcore energético e pujante e têm ao mesmo tempo um conteúdo lírico que merece alguma atenção por parte do ouvinte. Já tinha esta banda no radar há algum tempo, mas sempre foi um caso de "esta banda é boa, tenho de ouvir com mais atenção" e depois acabo por não lhe dar a devida atenção. Penso que este disco "Capture The Flag" vai finalmente captar a minha atenção. Saiu no passado dia 13.04 e recomendo.

Wrong - Culminate - Não conheço muita gente que goste de Helmet. Não vale a pena estar aqui com grandes rodeios ou paninhos quentes. Os Wrong são Helmet chapado. E a julgar por este disco, conseguem ser melhores que alguns trabalhos dos próprios Helmet. Pelo menos os mais recentes onde a banda claramente perdeu grande parte da sua inspiração. Se gostam daquele Metal/Hardcore com riffs do para arranca vale a pena. Se não é a vossa cena, se calhar mais vale seguir em frente.

Hopesfall - H.A Wallace Space Academy - Mais uma banda para a coluna das que conheço perfeitamente de nome mas não me lembro sequer de ter alguma vez ouvido, ou se ouvi não ficou cá nada. Uma pequena pesquisa informou-me que não só a banda acabou em 2008 como agora está de volta 10 anos depois com um novo disco. Parece-me bem, tocam aquele Post-Hardcore, Screamo ou lá como lhe queiram chamar que parece estar a voltar a ressurgir. Se for a vossa cena estou certo que vão ficar contentes.

Spirit Crusher - Force Of Denial - Como é que eu ainda não tinha ouvido isto antes?! Uma banda destas europeia e ainda para mais Straight Edge?! Caso raro em 2018. Gostam de Cro-Mags? Lembram-se dos True Blue e dos Icepick? Então vão gostar disto de certeza. Siga.

State Champs - Dead And Gone - Uma das principais bandas novas de Pop Punk está de volta. Os State Champs partilharam uma música nova do novo disco que irá sair a 15.06. Para fãs daquele Pop Punk melódico para ouvir no verão a ir para a praia. Os New Found Glory "inventaram" esta onda e a nova geração pegou no testemunho. Eu cá gosto, mas aceito que não seja para tod@s.

Risk It! - Getting Low - Para os mais distraídos a Out of Sight Booking anunciou a primeira edição do seu Festival para os dias 14-15 de Setembro na Associação Recreativa e Cultural de Músicos em Faro. Vou guardar este slot na playlist para nos próximos meses promover algumas das bandas que vão tocar no fest. Uma delas são os Risk It! Se os No Turning Back são provavelmente a maior banda de Hardcore na Europa, os Risk It! não ficam muito atrás. Marquem já nas vossas agendas uma visita ao Algarve em Setembro.

Esta playlist será atualizada às Sextas-feiras, por isso façam Follow no Spotify e fiquem a par das novidades. Os updates na playlist serão acompanhados por um post no blog para vos aguçar o apetite e saberem ao que vão.