sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Review: Utopia Platafórmica - Volume II

 


A pandemia trouxe-nos uma espécie de revivalismo das fanzines. O tempo extra que muitos de nós passámos a ter (não raras vezes pelas piores razões), permite redireccionar energias para outras coisas para além do trabalho – umas delas hobbies ligados à nossa cena musical. Desde fanzines que voltaram, a outras que apareceram e prometem números de estreia, surgiu a Utopia Platafórmica.

A Utopia Platafórmica é uma fanzine nascida de um blog criado em 2019, onde o Daniel escreve reviews e fala dos seus gostos musicais, infiel, tal como ele próprio faz questão de referir no editorial, a um só género musical. Do foco no Black Metal, ao punk, hardcore, e algum rap, you name it. E se esta breve review é ao Volume II, existe um Volume I dedicado ao Black Metal – caso precisem de companhia para dias escuros e chuvosos com Darkthrone na coluna.

Mais importante ainda, o editorial termina ordenando o leitor a ouvir o “United Front” de Rated-X. Logo aí, já ganhou, e ainda vamos na primeira página.

A fanzine está em formato A5, preto e branco, com muitas fotografias a acompanhar o texto (às vezes esticaaaaaadas), sempre em português, num layout Word-esque, que é a única coisa que me faz comichão – isto vindo de um gajo que não sabe sequer mexer no Paint e se refugia no cut’n’paste…Mas hey, há sempre arestas a limar.

Como o autor refere, nesta fanzine dá-se destaque a algumas bandas menos “mediáticas” dentro da cena Hardcore, Punk e Oi!. Cinco entrevistas a cinco bandas de três territórios europeus diferentes. No entanto está aqui feita uma seleção musical requintada, só com bandas boas. Falo por mim, que gosto de todas!

Pressure Pact da Holanda – aquela bomba sorrateira que fizemos questão de referir várias vezes no Nós Contra Eles, mas que há quem teime em dormir. Influênciados pelo NWOBHC (e consequentemente o Boston e New York HC antigo), esta malta tem granda escola e basta ver o name dropping nas referências para perceber que o assunto é sério. Ouçam o LP!!!

Youth Avoiders, uma das pérolas da cena punk francesa de tempos recentes (que faz um mini-scene report da cena punk francesa atual) e dose dupla do País Basco com Irmo e Revertt – a Mendeku Diskak tem lançado muita coisa, e tudo bem acima da média, incluindo estas duas bandas. Para fechar regresso a terras gaulesas com os Syndrome 81, filhos do betão armado de Brest.

As entrevistas são maioritariamente rápidas, mas interessantes, daquelas em que as bandas efetivamente dizem algo e não se ficam por respostas secas. Exceção à brevidade feita precisamente na  entrevista a Syndrome 81, a mais longa e, ao mesmo tempo, a melhor.

A fanzine termina com um texto pessoal em que se reflete no conceito de música com conteúdo VS música sem conteúdo, comparando diferentes géneros musicais. Tudo certo.

Muito sinceramente esta fanzine foi uma boa surpresa, e uma excelente maneira de começar 2021, ano em que se promete muita produção de papel impresso em Portugal. Que venha o próximo volume, que cá estarei para o devorar. Rap francês? Manda vir.

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-TG

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Review: BULLET TREATMENT / HOT BLOOD - Split 7" (Basement Records)

 

BULLET TREATMENT / HOT BLOOD«Split»
[Basement]

Não havendo muita informação disponível acerca deste lançamento, o melhor é ir directo ao assunto. 

Este split junta de um lado os Bullet Treatment de Los Angeles e do outro os Hot Blood de New Jersey. 

Bullet Treatment são um projecto de Chuck Dietrish que desde final dos anos 90 colaborou com membros de bandas como Rise Against, Good Riddance, Anti-Flag ou The Bronx apenas para citar algumas. Acreditem, a lista é longa. O vocalista escolhido para estas canções foi o de Hot Blood que assim faz um turno duplo nestas 5 músicas que duram pouco mais que 5 minutos. Desde o primeiro acorde que a missão é ir directo ao assunto e a uma rapidez que faria disparar qualquer flash numa operação de controlo de velocidade. É um hardcore/punk em que os riffs acabam por ser melódicos quase sem querer. 

As 3 malhas de Hot Blood não são tão directas e os riffs acabam por ser um pouco mais complexos com a guitarra a soar mais suja e a voz a apresentar-se mais distorcida. Se o lado A acaba por entrar mais facilmente no ouvido, o lado B não lhe fica muito atrás, com as músicas a crescer a cada audição. 

[7] D.R.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

NCE Podcast Ep. 15 - Com MEDO...sem medos!!!

 



Recomendações de lançamentos recentes a dar com um pau, review ao novíssimo disco de MEDO, e ainda uma pequena dissertação sobre as eventuais dificuldades de uma banda fora do triângulo Lisboa-Porto-Faro chegar longe na cena nacional. Assuntos quentes.



terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

NCE Podcast Ep. 14 - Experiência De Quase-Morte

 


Best Wishes, Age of Quarrel, Alpha & Omega...Cro-Mags! Então mas e o Near Death Experience, não há amor por este disco? Ouçam este episódio especial, com um convidado tão ou mais especial, para saber mais sobre esta obra de JJ e Harley reunidos (por pouco tempo) em '92. Não conheço muitas músicas em que o artista se coloca na pele de um feto abortado, por isso podemos ter aqui um #raridade. Dos melhores episódios à data, segundo a crítica especializada.

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Anchor.FM

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

NCE Podcast Ep. 13 - Os Melhores Discos de 2020

 


O melhor painel de influencers da cena tuga juntou-se para partilhar e discutir os melhores discos de 2020. Sem espinhas.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Review: Kontaminate - Blood Hunger Demo CS (11PM Records)

 


Para começar 2021 com o pé certo nada como novo lançamento na nossa querida 11PM Records - Nós Contra Eles RP em Portugal, fo' sho'.

Os Kontaminate sao de Richmond e têm um nome adequeado aos tempos que vivemos. A demo saiu no dia 1 de janeiro, por isso está tão fresca como é possível. Fresca e esgotada, que as 100 cópias já voaram.

Com membros de Nosebleed e Jackal, estão à vossa esperam cinco faixas de hardcore rápido e intenso, na linha USHC inicial (Negative Approach, Necros e por aí fora) como muitas bandas recentes ou atuais vão fazendo. Se esta onda ainda te diz algo, prepara-te para uma boa viagem. Se não, mete o Tied Down em repeat que faz-te igualmente bem à saúde.

Mas a cereja no topo do bolo foi mesmo a faixa 5, cover dos britânicos Crime For Revenge com a música homónima, quer pelo bom gosto, quer por ser um disco que tem rodado muito cá em casa, pelo que a cover aparece no tempo certo. Where Angels Dare Not Thread não me sai na cabeça...aquele riff e o som do baixo, catchy!

Aproveito para um pequeno aparte sobre os Crime For Revenge, que tiveram em 2020 nova reedição pela Static Shock que aparentemente os colocou de forma definitiva com o rótulo de banda de culto (mais até que a reedição já feita pela mesma editora em 2015, que acho que passou um bocado ao lado), fruto de alguma exposição virtual com bons resultados. Parece que a banda e o disco deixaram de ser apenas fruto de cobiça de colecionadores e arqueólogos malucos, dos que estão dispostos a largar >100€ pela edição original, e até já há bandas do outro lado do Atlântico, no sempre muito proteccionistas Estados Unidos da América.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Review: Heavy Discipline - S/T LP (Painkiller Records)


De Pittsburgh a Boston são 9h de viagem e apróximadamente 930km a separar as duas cidades, mas há coisas que são superiores a qualquer definição de tempo e distância, e uma delas é o amor ao cátalogo da X-Claim!. Ora, até o que oceanos separam a Internet trata de juntar!

Lembram-se de Hounds Of Hate? Se não, deviam. Para o name dropping cliché, HD tem ex-membros. Aproveitem para pegar na discografia que bem merece ser (re)visitada - o primeiro EP e o primeiro LP são bomba.

A demo de Heavy Discipline que saiu o ano passado entrou na minha lista de discos favoritos e este LP (*spoiler alert*) entra nos favoritos de 2020. Fácil.

Todos os anos há sempre (pelo menos) um disco que carrega a tocha, e ano após ano, a chama mantém-se sempre acesa e a brilhar fortemente. Muitas vezes são bandas de Boston com os suspeitos do costume que se juntam para um novo projeto (Boston Strangler, Waste Management, Prisoner Abuse, e por aí fora), mas não só: os suecos Shipwrecked são banda com hype quer no velho continente quer nos EUA, ou o projeto a solo do Tom Pimlott Rated X, com o recente LP, que marca muitos pontos.

A receita que nunca cansa, tipo feijão com arroz ou Estrelitas com uma qualquer bebida vegetal.

Porque é que, ano após ano, e banda após banda, a fórmula se repete com sucesso? E porque é que muitas vezes este tipo de som é desprezado pelo ouvinte mais casual, por não ser o estereótipo da sonoridade do hardcore moderno?

É fácil atirar à primeira audição o rótulo de caótico e pouco polido, até porque assim ele é, mas por trás há toda uma tecnicidade que muitas vezes não se encontra no corta e cola das grandes bandas, ou melhor dizendo, das "bandas grandes", com os riffs do thrash e death emprestados com melhor ou pior mestria.

Ao mesmo tempo é incrível ver como muitas destas bandas que continuam a fazer o som antigo de Boston consegue emular sem imitar, pegando na receita e levando-a mais além, qual chefe de cozinha. E este disco faz isso mesmo.

Não consigo recomendá-lo em demasia. Não consigo parar de o ouvir. Não consigo parar de dizer que isto é hardcore.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Review: GAG - Still Laughing LP (Iron Lung Records)


A cena de Olympia, Washington tem uma forte tradição de música alternativa, berço do movimento riot grrrl - eram de lá Bikini Kill e Bratmobile (há fãs acérrimos cá em casa que não me deixam mentir) -, mas também por coisas mais recentes como G.L.O.S.S., Electric Chair, Odd Man Out e um monte de outras bandas que ficam ali na zona mas que muitas vezes se dizem de Seattle. 1 hora de distância nos EUA é tipo cinco minutos cá, certo?

Mas no enquadramento em cima faltam os GAG, um dos nomes maiores dessa cidade do último par de anos na cena punk e hardcore, e são eles o nosso foco.

O America's Greatest Hits teve algum reconhecimento no meio e os concertos ao vivo (e posterior reprodução online) deram alguma fama à banda. O disco chegou a ter pessoal a distribuí-lo por Portugal, por isso, não sou só eu que conheço! 

A banda esteve inclusivamente em tour no início de 2020 na Europa com Turnstile (!), One Step Closer e Glitterer (aquele projeto do Ned de Title Fight). Mas calmex que GAG nada tem que ver com estas bandas.

Em plena pandemia, e com algum atraso, sai o novo disco, Still Laughing, que diz olá com uma bonita capa. Saiu ao mesmo tempo um outro LP (Killing For Both Realities 3 '92 LP), que coleciona faixas de eps e músicas perdidas, mas que ficará para outras núpcias.

12 faixas, maioritariamente abaixo dos 1:30, (quase) sempre mid tempo mas cheio de energia, com exceção da High Off Gun Powder, que deve ter sido escrita high em qualquer coisa...riffs interessantes polvilhados aqui e ali e boas mosh parts em algumas faixas (Nobody's Smile ou, especialmente, Still Laughing).

Se no disco anterior já brincaram com o reverb na voz, desta vez apostaram forte nele. É daquelas coisas que ou gostas, ou é coisa para ser intragável. A lembrar uns Crazy Spirit (mas menos pegajoso). 

Vendo bem as coisas, somando tudo, se pusermos CS e Hoax na misturadora deve dar mais ou menos isto. E estou a ser elogioso.

Outro do disco com uma música eletrónica do lixo (isto é género? devia) a dar aquela extravagância extra.

Estou à espera do disco na mão para ver as letras, mas conhecendo o disco anterior (e os títulos das faixas deste) não esperem por nada muito filosófico.

Mas acima de tudo discos destes transportam-me sempre concertos ao vivo. E este pede salas claustrofóbicas a abarrotar de gente, água a pingar do tecto e dives da bateria. O sonho molhado do COVID-19, de uma forma resumida. Sinceramente acho que é disco e banda para resultarem às mil maravilhas ao vivo. Em disco, para ouvir em casa, ouço uma vez do início ao fim e preciso de descanso. Os riffs meio enrolados e hipnóticos pedem um mood especial.

Mistura e masterização pelo Arthur Rizk, um dos nomes grandes da música pesada atual, quer atrás da mesa de mistura quer de guitarra na mão (War Hungry, Eternal Champion, Summerlands, etc....) a dar aquela reforço quando lês os créditos. Edição de 1000 cópias divididas por quatro cores, via Iron Lung Records. Distribuição na europa via Static Shock, com algumas cópias a voar para Portugal via Backwash Records (aquele auto-promoção da praxe, sem medos). O mesmo para o Both Realities.


domingo, 25 de outubro de 2020

Review: Discourage - Forlorn Hope EP (Patient Zero Records)


Antes mais, quero agradecer ao David por me obrigar a ouvir este disco e a fazer esta review. Sim, literalmente, obrigar. Não sei onde ele desencatou esta banda (Spotify?), mas, em primeiro lugar, porque nunca os tinha ouvido - parecem ser de um circuito ainda mais alternativo aquele que geralmente seguimos e partilhamos (que já de si nos vale uma ou outra dica que só falamos de coisas que ninguém conhece), e depois porque é uma banda efetivamente fixe.

Se de “Dis” só mesmo o prefixo no nome, já que o d-beat ficou à porta, também o nome do disco, que colocou logo na minha cabeça preconceituosa termos com qualquer coisa “emotional” à frente, não há sad emojis nesta review.

De Oakland, California, e fãs dos Athletics (a julgar pela palete de cores nas vários versões do vinil), os Discourage, que tocam um hardcore rápido e zangado, na linha do que muito e bom se fez nos anos 2000. Pensem no catálogo da Rivalry Records e vê-se que ele foi devorado por estes miúdos.

Provavelmente fruto da cena de Oakland, muito punk e politicamente consciente, também é aqui que os Discourage marcam pontos, distanciando-se de alguma forma no que ao conteúdo diz respeito de algumas das aparentes referências. Isto, e, claro, tudo o que se passa atualmente nos Estados Unidos da América em 2020.

Em quatro faixas, e em menos de dez minutos, os Discourage não têm medo de colocar o dedo na ferida e de falar dos temas que assolam a América atual, mas também o mundo. A apatia que impede a mudança, o conservadorismo, racismo e discriminação, e a consciência de que somos mais do que aquilo que a sociedade e a rotina muitas vezes nos fazem crer. A América está a fervilhar, e só faz sentido que o hardcore que de lá vai surjindo, o reflita.

Mas se não ligas a nada disto e queres é curtir, este disco também é para ti. Intros para a pedir varrimentos de uma ponta da sala à outra, mosh parts, bons riffs - you got it.

A banda tem uns lançamentos anteriores que ainda não dei a devida atenção, mas entre uma demo, um split com KIND! CREW, uma promo e um split a 3 com FAIM e LIFT, rapidamente se coloca a discografia em dia.

Esta edição de 300 cópias em vinil, divididas por três versões têm vendido bem segundo a Internet. Se acreditas no que a Internet diz já é contigo. A não ser que seja dito por nós.

sábado, 17 de outubro de 2020

NCE Podcast Ep.12 - Around The World, Around The World

 


Estamos de volta! Haveria melhor maneira de voltar do que querendo saber o que é o André tem andado a fazer? O fundador do Nós Contra Eles (entre outras coisas) tem andado a correr o mundo, e não há COVID-19 que o pare - só que lhe abrande os planos. Mas também há lugar para música, por isso não pensem que virámos a casaca.


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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Review: Mindforce - Excalibur LP 4ª Press (Triple B Records)


A propósito da 4ª press do Excalibur que acabou de sair, acho que está mais que na altura de voltar a falar de Mindforce. 4ª press num LP de hardcore é coisa para chamar a atenção - 2000 cópias vendidas (divididas pelas três primeiras), e agora esta (suposta) última press de 1000 unidades. E que eu saiba a banda nem é propriamente vítima de um qualquer hype manhoso. Não que não o tenhamos tentado criar por aqui, não é verdade? Algo certo há de estar a acontecer.

Esta 4ª press traz umas alterações no artwork e ainda um flexi de oferta com uma faixa bónus que foi gravada na mesma sessão do LP mas que ficou de fora.
Ativos desde 2016 e vindos de Poughkeepsie, Nova Iorque, têm na bagagem uma demo, um 7”, um split com Dead Heat e dois LPs: o atrás mencionado, de 2018, que virou já clássico e o último já este ano, amplamente falado no Podcast.

O vocalista é um Lo-Head que tem como inspiração rappers como Sean Price, Ghostface Killah ou a rapaziada da Griselda Records (don’t sleep!) quando escreve, mas onde, quer no conteúdo quer na cadência, não cai no cliché do rap core/rap metal, onde geralmente há mais azeite a temperar que num prato típico de culinária mediterrânica. Isto é NYHC com escola - não se deixem enganar.

E na secção rítmica temos o que? Uma fina seleção de riffs gourmet inspirados no melhor thrash metal dos anos 80. Mas também aqui conseguem soar sempre frescos, sem aquele odor bafiento que muitas outras bandas já parecem trazer agarrado à nascença (ou que rapidamente se nota ao fim da 3ª música). Não pareces estar a ouvir o mesmo riff reciclado, ou com as notas trocadas. Escola? Escola. Skill? Skill.

Crossover à NY é etiqueta de centenas de bandas, mas quantas realmente vale a pena escutar? Cro-Mags e Leeway viraram moda, mas quantas bandas conseguem ser interessantes o suficiente para pores os clássicos de lado e prestares atenção aos miúdos novos? Mindforce é New York Hardcore do novo milénio, cheio de ginga (isto é boa tradução para groove, certo?), atitude, riffs, bons concertos (obrigado Youtube) e boas mosh parts.

Das “novas” bandas que nunca vi ao vivo que me fariam voar até uma qualquer cidade europeia. COVID baza rápido, ok?

quinta-feira, 4 de junho de 2020

NCE Podcast Ep.11 - Rescaldos & Bitaites



Depois de um par de episódios bastante controversos o Tiago e o David fazem um rescaldo do feedback recebido, havendo ainda tempo para falar de alguns podcasts, fanzines, HORDA e Discos Caveira. Resumindo, mais um excelente episódio!

Anchor.FM

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